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Atividades de Laboratório - Imunologia e Parasitologia - Laboratorio III

Atividade em Laboratório 3: Imunologia e Parasitologia – Análise Morfológica dos Helmintos


Descrição dos procedimentos:

Foram tomadas todas as medidas de segurança para permanência em laboratório     nível de Biossegurança 1 que é adequado ao trabalho que envolva agentes bem caracterizados e conhecidos por não provocarem doença em seres humanos sadios e que possuam mínimo risco ao pessoal do laboratório e ao meio ambiente. O laboratório não está separado das demais dependências da edificação. O trabalho é conduzido, em geral, em bancada, com adoção das boas práticas laboratoriais (BPL). Equipamentos específicos de proteção ou características especiais de construção não são geralmente usados ou exigidos.

Materiais

• Lâminas com os seguintes parasitas: Ascaris sp (macho, fêmeas e ovos), Taenia sp (escólex) e Schistossoma sp;
• Microscópio óptico;
• Óleo de imersão.

Metodologia: 

Visualização de  cada lâmina previamente preparada de acordo com o conteúdo previamente demonstrado em aula teórica.

Conclusão

Em conclusão, esta atividade correu como esperado, ou seja, conseguiu-se visualizar as lâminas a fim de identificar as diferenças morfológicas dos parasitas.


Conhecimentos adquiridos

  Parasitologia que é uma ciência que estuda as relações de parasitismo lembrando que em toda relação de parasitismo existe uma espécie que é beneficiada que o parasita e uma espécie que sofre o seu malefício que é o hospedeiro. 
Entre as diversas helmintoses podemos citar a três das mais importantes entre elas a ascaridíase, a teníase e a esquistossomose. Entre às ascaridíases podemos dizer que esta é uma helmintose das mais comuns no nosso país e que acomete o homem que é provocada pelo Ascaris lumbricoides vulgarmente conhecido também como lombriga. O Ascaris lumbricoides está presente não só no nosso país mais está presente comumente em países de região subtropical e tropical, e  existe uma forte relação com baixas condições de saneamento básico. Em relação a essa doença é observável, mesmo a olho nu, que os machos apresentam uma morfologia levemente distinta das fêmeas. Os machos podem apresentar um tamanho que vai de 20 a 30 cm, sempre uma coloração esbranquiçada, leitosa, enquanto que as fêmeas elas podem chegar a 40 cm. As fêmeas geralmente elas apresentam a morfologia mais robusta do que quando comparada aos machos. Em relação aos ovos de Ascaris é possível observar que esses ovos  apresentam como uma característica muito importante uma membrana externa chamada de membrana eterna mamilonada que é uma membrana que confere a esses ovos uma  extrema resistência ao meio ambiente.
Além da ascaridíase que pode causar ser provocada pelo Ascaris lumbricoides também devemos citar a  teníase.
Em relação a teníase  é importante relembrar que essa doença teníase é provocada pelo mesmo parasita que provoca a cisticercose, entretanto é provocada apesar de ser mesmo parasita em formas do seu ciclo distintas, ou seja, a teníase  é provocada pela forma adulta seja da Tênia saginata que é comum em bovinos ou a Tênia solium que é comum em suínos. Enquanto que a cisticercose  é provocada pela forma larvária porque que fica presente em diversos tecidos deste hospedeiro, enquanto que a teníase o parasita fica alojado no intestino delgado. Os hospedeiros mais comuns, já que os bovinos e suínos são os hospedeiros intermediários, os hospedeiros mais comuns da teníase é o homem e o cão. Em relação a tênia existem características morfológicas que são muito relativas, muito específicas a teníase, entre elas é a presença de uma estrutura chamada de escolex.  O escolex é uma estrutura  muito similar a uma cabeça, presente nesse parasita, que possui quatro ventosas de origem muscular e são elas que são capazes de fixar esses parasita no intestino delgado dos hospedeiro. Logo em seguida desse escolex está presente o colo ou pescoço, que é uma porção levemente mais afilada e que continuamente vai produzindo vai multiplicando formando as chamadas proglote.  A união de diversas proglotes vai formar o que é denominado de estróbilo que é como se fosse um corpo desse verme.  Temos uma terceira doença muito importante que é a esquistossomose. Em relação ao Schistosoma mansoni é importante ressaltar que pode apresentar distintas formas dependendo do seu ciclo da vida. Inicialmente podemos observar a sua forma adulta temos a forma de macho ou fêmea. A forma adulta de macho chega a apresentar por volta de 1 cm, e  essa forma  apresenta uma ventosa na porção oral na sua porção anterior e ainda na porção anterior ela apresenta uma outra ventosa na porção ventral, na sua porção posterior costuma apresentar um canal chamado de canal ginecóforo que é um canal que é responsável por albergar a fêmea no momento da fecundação. Ainda em relação a forma adulta da fêmea, ela se difere do macho pois ela é um pouco maior, chega tem um centímetro e meio e ela é mais afiada do que o macho, o macho geralmente é mais robusto. Além dessas formas o esquistossomo  pode apresentar a sua forma de ovo que é bastante peculiar ao seu gênero. O ovo do esquistossomo,  em especial  do Schistossoma mansoni, apresenta uma espícula na sua porção posterior isso é bastante específico desse gênero e espécie. Temos também a forma de miracídios. A forma de miracídio é bastante distinta das demais pois apresenta um formato cilíndrico e apresenta toda a sua superfície recoberta  de cílios  e ainda na sua porção anterior ele apresenta uma glândula de penetração. Essa estrutura é que torna  possível essa forma de miracídios se fixar no molusco que será esse o hospedeiro intermediário, que é a bionfalária.  Além disso a presença destes cílios na sua parte externa é o que favorece que essa forma tenha movimentação na água, já que é na água que essa forma esta abundante  neste ciclo da esquistossomose.
Temos a última forma do esquistossomo que é a forma infectante no homem que é a forma de cercaria. Essa forma de cercaria tem uma característica muito peculiar que é a presença de uma cauda bifurcada e a forma do corpo que apresenta duas ventosas, uma ventosa anterior e uma ventosa ventral. Essa ventosa anterior é responsável pela fixação e pela penetração no hospedeiro e a ventral pela fixação também no hospedeiro.

Atividades de Laboratório - Imunologia e Parasitologia - Laboratorio II

Atividade em Laboratório 2: Imunologia e Parasitologia - Células do sistema imunológico


Descrição dos procedimentos:

            Foram tomadas todas as medidas de segurança para permanência em laboratório     nível de Biossegurança 1 que é adequado ao trabalho que envolva agentes bem caracterizados e conhecidos por não provocarem doença em seres humanos sadios e que possuam mínimo risco ao pessoal do laboratório e ao meio ambiente. O laboratório não está separado das demais dependências da edificação. O trabalho é conduzido, em geral, em bancada, com adoção das boas práticas laboratoriais (BPL). Equipamentos específicos de proteção ou características especiais de construção não são geralmente usados ou exigidos.

Materiais:

·         Lâminas de seguintes células: neutrófilos, eosinófilos, basófilos, monócitos e Linfócitos;
·         Microscópio;
·         Óleo de imersão.

Metodologia:

·         Visualização de cada lâmina previamente preparada nos diversos aumentos do microscópio a fim do entendimento das diferenças morfológicas em cada um deles.

Conclusão:

Em conclusão, esta atividade correu como esperado, ou seja, conseguiu-se visualizar as lâminas a fim de identificar as diferenças morfológicas.

Conhecimentos adquiridos:

            Foram demonstradas a morfologia das células do sistema imunológico. Essas células  estão presentes predominantemente no sangue, uma vez que o sangue  é composto por plasma que por sua vez é composto por água e proteínas e ainda existem também os chamados elementos figurados. Entre esses elementos figurados podemos citar as plaquetas que são células anucleadas que participam da coagulação sanguínea e ainda as hemácias ou também denominados eritrócitos que são células que possuem a função de carregar na corrente sanguínea o oxigênio e o gás carbônico. Além das hemácias e das plaquetas como elementos figurados temos os leucócitos células responsáveis pelo sistema imunológico, pelo sistema de defesa do organismo.
            Entre esses leucócitos existem diversos tipos celulares, os leucócitos são denominação para os diversos tipos de células do sistema imunológico. Entre eles podemos dizer que existem os neutrófilos, eosinófilos, basófilos, monócitos e linfócitos. Essas células  são portanto responsáveis por uma resposta imunológica que pode ser específica e inespecífica. Existem diversas formas de classificação dessas células, entre elas através da sua morfologia. De uma forma geral podemos dizer que as células os leucócitos e células de defesa podem ser polimorfonucleares (granulócitos), seus núcleos têm cromatina densa e são divididos em pequenas porções unidas por filamentos delgados de cromatina. O número destas porções pode variar e por esta razão são denominados polimorfonucleares. O citoplasma das células deste grupo possui grânulos de diferente composição química, coloração e funções, denominados grânulos específicos. De acordo com suas várias características os leucócitos granulócitos podem ser: Neutrófilos - seus núcleos tem cromatina densa, de coloração escura. Quando jovens seus núcleos têm a forma de um bastão em forma da letra C ou U. Esta forma de neutrófilo também é denominada bastonete. Quando maduros seus núcleos são subdivididos em várias porções (geralmente de três a cinco) unidas por filamentos de cromatina. Esta forma de neutrófilo também é denominada de segmentado. Seu citoplasma contém grânulos muito pequenos que se coram mal pelos vários corantes e assumem uma coloração cor de rosa clara. Eosinófilos - seus núcleos costumam ter dois segmentos, porém é possível encontrar eosinófilos com mais de três segmentos. A grande característica dos eosinófilos está no seu citoplasma: possui um grande número de grânulos grandes corados em laranja ou cor de rosa. Esta coloração é dada pela eosina, daí o nome desta célula. Basófilos - seus núcleos quase nunca são segmentados, sendo esféricos ou ovais e ocupam a maior parte do citoplasma. Os núcleos são frequentemente obscurecidos por pequenos grãos azuis e púrpura. São as células mais infrequentes dentre os leucócitos e as mais raras de serem encontradas em esfregaços.  
            Ainda temos as mononucleares ou agranulócitos. Estas células tem núcleos esféricos, ovais ou indentados (em forma da letra C ou U), portanto seus núcleos não são segmentados. Seu citoplasma não possui grânulos específicos (daí o nome agranulócitos), porém podem possuir grânulos inespecíficos denominados azurófilos, que podem também estar presentes nos granulócitos. Estes grânulos são muito pequenos, parecendo pequenos pontos no citoplasma, e se coram em azul. Há dois tipos de agranulócitos:
            Linfócitos - são células geralmente pequenas, um pouco maiores que as hemácias. Seu núcleo esférico tem cromatina densa. O citoplasma se resume a uma delgada camada levemente basófila ao redor do núcleo. Monócitos - são células grandes, as maiores do grupo dos leucócitos. Seu núcleo, de cromatina frouxa, é indentado e excêntrico (se situa fora do centro da célula). Possui bastante citoplasma, levemente basófilo.
            De uma forma geral as células polimorfonucleares participam predominantemente de processos inflamatórios agudos, enquanto que as células mononucleares  estão predominantes em processos inflamatórios crônicos.
            Observando os neutrófilos, que são as células da primeira linha de defesa, que são as células mais abundantes na corrente sanguínea. A morfologia dessas células de defesa  pode ser variável dependendo do gênero e espécie, entretanto a função de cada uma dessas células sempre é a mesma.  Inicialmente falando dos neutrófilos que são aquelas células de primeira linha de defesa em relação a sua morfologia podemos observar que os neutrófilos apresentam um núcleo lobulado parcialmente segmentado, com uma cromatina densa, e ainda com a presença de um citoplasma que está levemente abundante.  Entre essas características ainda podemos ressaltar que essa morfologia ela é predominante quando o indivíduo, quando o animal está saudável, quando esse animal, esse indivíduo, apresenta algum tipo de doença ele pode ainda apresentar algumas alterações nesse mesmo tipo de célula. Os neutrófilos podem ser chamados os neutrófilos tóxicos. Essas alterações  ficam de acordo com a magnitude da doença ou seja quanto maior é o grau de infecção maior pode ser esse grau de alteração na morfologia de neutrófilos. Visualizando um neutrófilo com essa alteração, um neutrófilo com doença pode ser chamado portanto de neutrófilo tóxico.            Os neutrófilos tóxicos também apresenta uma cromatina densa entretanto uma característica patognomônica (característico de uma doença) dos neutrófilos tóxicos é a hipersegmentação, quanto maior é a doença maior é essa  hipersegmentação.
Além dos neutrófilos temos também os chamados eosinófilos. Os eosinófilos são também células presentes no sistema imunológico, cuja principal função dessas células é o desenvolvimento de imunidade em processos alérgicos e parasitários. Os eosinófilos como morfologia apresentam as seguintes características são células que apresentam núcleo também lobulado e apresentam também além do núcleo lobulado eles apresentam grânulos que podem variar de alaranjados até rosas. Esse tipo de célula pode apresentar uma variação dependendo da espécie. Ainda como célula polimorfonuclear podemos citar os basófilos. Os basófilos no sistema imunológico a principal função deles é a liberação de uma substância que é um mediador que se chama instamina que também participa de processos alérgicos. Em relação às características os basófilos apresentam uma característica morfológica que é a semelhança com os neutrófilos então importante também é que chegam a ser duas vezes maior do que uma hemácia assim como os neutrófilos apresentam  o núcleo que também é segmentado porém as suas granulações  são mais esparsas.

            Observando os monócitos, que são chamados a segunda linha de defesa do organismo enquanto os neutrófilos são a a primeira linha de defesa. Isso significa que em abundância os monócitos eles são bem menores porém eles não são menos importantes. A principal função dos monócitos no organismo é a de exercer o processo de fagocitose e também são considerados células apresentadoras de antígeno o que  é um papel fundamental na imunidade, e também são estoques de ferro. Quanto às características morfológicas já que são células mononucleares podemos observar que os monócitos  apresentam um núcleo bastante irregular e um citoplasma extremamente abundante, uma outra característica dessas células é que quando existe uma doença dependendo inclusive da magnitude dessa doença e se ela vai se tornando cada vez mais de crônica esses monócitos  podem migrar para o tecido e se diferenciar em células distintas que passam a ser chamadas de macrófagos. Essas células os macrófagos apresentam agora núcleo bastante oval e um citoplasma ainda bem menos abundante quando comparada aos monócitos, mas nem por isso são a função delas é menos importante, são células que participam dessa resposta imunológica específica. 

Atividades de Laboratório - Imunologia e Parasitologia - Laboratorio I

Atividade em Laboratório 1: Imunologia e Parasitologia - Testes de aglutinação

Descrição dos procedimentos:

Foram tomadas todas as medidas de segurança para permanência em laboratório     nível de Biossegurança 1 que é adequado ao trabalho que envolva agentes bem caracterizados e conhecidos por não provocarem doença em seres humanos sadios e que possuam mínimo risco ao pessoal do laboratório e ao meio ambiente. O laboratório não está separado das demais dependências da edificação. O trabalho é conduzido, em geral, em bancada, com adoção das boas práticas laboratoriais (BPL). Equipamentos específicos de proteção ou características especiais de construção não são geralmente usados ou exigidos.

Material utilizado:

·         Lâminas de vidro,
·         Álcool 70º e agulhas de insulina descartáveis
·         Vareta misturadora,
·         Algodão e caneta para identificação das lâminas,
·         Reagente Anti-A,
·         Reagente Anti-B,
·         Reagente Anti-Rh

Metodologia:

·         Higienização  lavando as mãos com água e sabão e em seguida do dedo que se retirará o sangue, com algodão e álcool.
·         Punção ou perfuração da pele com uma agulha ou estilete.
·         Instilar, em uma lâmina de vidro, três gotas de sangue e em seguida instilar uma gota de cada reagente em cada gota de sangue e identificar.
·         Homogeneizar uniformemente o reagente e o sangue usando a vareta misturadora sobre uma área de 2,5cm de diâmetro.
·         Com leves movimentos de rotação e de inclinação da lâmina verificar a formação ou não de aglutinação dentro de 1 minuto.
·         A reação se inicia em segundos com a  presença de antígeno A.

Conclusão:

     Em conclusão, esta atividade correu como esperado, ou seja, conseguiu-se realizar o teste de aglutinação sanguínea e interpretar seus resultados.

Conhecimentos adquiridos:

            O teste de aglutinação sanguínea é realizado para que possa ser detectado o tipo de sangue de um indivíduo. Existem algumas formas para esse procedimento contudo é realizado fundamentalmente para que o indivíduo saiba o seu tipo sanguíneo e que não ocorra posteriormente nenhum tipo de reação transfusional, uma vez que cada tipo sanguíneo deve receber caso haja necessidade o mesmo tipo sanguíneo.
            Essa tipagem foi feita pela primeira vez por volta de 1900 onde se estabeleceu um padrão que ficou conhecido como sistema ABO. Esse sistema padroniza que existem quatro tipos sanguíneos: o sangue tipo A, tipo B, tipo AB e o sangue tipo O. Cada tipo sanguíneo apresenta portanto um antígeno, por exemplo o sangue tipo A  apresenta o antígeno A, quando utilizado então anticorpo A existe uma reação de aglutinação. O que torna então positivo esse teste para o sangue A.
            Muitos anos depois, por volta de 1940, realizando um teste com macacos Rhesus,foi então feita pela primeira vez a padronização do tipo RH. Nessa padronização existe agora um outro tipo de tipagem sanguínea que é dita como positiva ou negativa. É bem verdade que existem vários subgrupos de tipagem sanguínea, e que entre espécies existe uma variação inclusive quanto ao número de tipagens sanguíneas. É sabido que em humanos existem muito mais sorotipagens sanguíneas além do sistema ABO Rh. E entre outras espécies animais, inclusive existem muitos outros tipos sanguíneos. Nesta atividade foi determinado apenas a metodologia ABO e Rh.
            Para tanto utilizaram-se dois tipos de reagentes: um reagente anti A, um reagente anti B e um reagente para o fator Rh. A coleta foi feita no momento da atividade para que o sangue estivesse fresco e cada reagente foi retirado da geladeira antes da atividade para que eles alcançassem a temperatura ambiente. Utilizaram-se  lâminas de vidro que estavam previamente identificadas com o nome do grupo ou ainda com o tipo que será instilado, o tipo A e tipo B e ainda varetas para misturar nesse momento nós iremos coletar o sangue do indivíduo Lembrando que as mãos
            Houve reação de aglutinação para o anti A mas não para o anti B  portanto esse sangue  é positivo para o antígeno A e negativo para o antígeno B. Concluímos portanto que  havendo  reação  o sangue  é do tipo A.  Realizado o teste para saber o tipo de Rh se é positivo ou negativo, utilizando o reagente Rh, significa que é positivo se aglutina e se não aglutina é negativo. Portanto esse sangue é Rh positivo, já que houve aglutinação.

Atividades de Laboratório - Histologia - Laboratório III

Roteiro de Aula em Laboratório 
Disciplina: Histologia 
Professora: Adriana Cristina da Silva 
Aula: Tecido Conjuntivo 

Material necessário: 
microscópio; 
lâminas; 
tecido conjuntivo frouxo; 
tecido conjuntivo denso modelado; 
tecido conjuntivo denso não modelado;
tecido adiposo unilocular; 
tecido adiposo multilocular;

Observações a serem realizadas: 
1. Tecido conjuntivo As células do tecido conjuntivo são afastadas umas das outras, e o espaço entre elas é preenchido pela substância intercelular. A principal função do tecido conjuntivo é unir e sustentar os órgãos do corpo. 
Lâmina 1: tecido conjuntivo frouxo Localizado exatamente abaixo do revestimento epitelial (Epitélio Pavimentoso Estratificado).
Lâmina 2: tecido conjuntivo denso modelado O tecido mais avermelhado é o muscular e o mais róseo é o tendão
Lâmina 3: tecido conjuntivo denso não modelado Encontra-se abaixo do revestimento epitelial. Notar a forte coloração devido a grande concentração de fibras colágenas. Os feixes são entrecruzados, grosseiros e de diversos calibres.
Lâmina 4: tecido adiposo unilocular Células grandes, globosas e comprimidas entre si, dando um aspecto angular. O citoplasma é reduzido a uma porção delgada periférica, contendo o núcleo muito achatado. 
Lâmina 5: tecido adiposo multilocular Aspecto esponjoso. O citoplasma aparece formando uma rede. O núcleo é esférico e central com o nucléolo visível. 








Atividades de Laboratório - Histologia - Laboratório II

Roteiro de Aula em Laboratório 
Disciplina: Histologia 
Professora: Adriana Cristina da Silva 
Aula: Tecido Epitelial 

Material necessário:
microscópio; lâminas;
espitélio pavimentoso estratificado queratinizado;
epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado;
epitélio prismático pseudoestratificado.

Observações a serem realizadas:
Tecido epitelial: No nosso corpo, existem muitos tipos de células, com diferentes formas e funções. As células estão organizadas em grupos, que, “trabalhando” de maneira integrada, desempenham juntas uma determinada função. Esses grupos de células são os tecidos. Tecido epitelial: As células do tecido epitelial ficam muito próximas umas das outras e quase não há substâncias preenchendo espaço entre elas. Esse tipo de tecido tem como principal função revestir e proteger o corpo. Forma a epiderme, a camada mais externa da pele, e internamente, reveste órgãos como a boca e o estômago. O tecido epitelial também forma as glândulas – estruturas compostas de uma ou mais células que fabricam, no nosso corpo, certos tipos de substâncias como hormônios, sucos digestivos, lágrima e suor.
 Lâmina 1: espitélio pavimentoso estratificado queratinizado

Lâmina 2: epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado Percorrer todo o perímetro do corte transversal, percebendo o dorso totalmente irregular e as faces ventrais e laterais lisas onde encontra-se esse epitélio. Na porção dorsal está o queratinizado.

Lâmina 3: epitélio prismático pseudoestratificado Células altas, núcleos na base e muito citoplasma supranuclear. Na ápice das células estão os cílios e as células caliciformes.














Atividades de Laboratório - Histologia - Laboratório I

Roteiro de Aula em Laboratório 
Disciplina: Histologia 
Professora: Adriana Cristina da Silva 
Aula: Células Sanguíneas 

Material necessário: 
microscópio; 
lâmina: 
sangue e células sanguíneas. 
Observações a serem realizadas: 
Histologia: Área de estudo da composição tecidual a partir da organização celular. 
Técnicas Histológicas: Hematoxilina eosina, coloração em lâmina e fixação. 
1. Análise de lâminas de sangue e células sanguíneas:
Em imersão observam-se células sanguíneas coradas com May-Grünwald/Giemsa, as hemácias com formato bicôncavo característico (*) e dois leucócitos agranulares: monócito (M), uma célula grande com núcleo apresentando indentação, e linfócito (L), uma célula menor de formato circular apresentando um delgado anel de citoplasma ao redor do núcleo de contorno bem regular. Em imersão observam-se células sanguíneas coradas com May-Grünwald/Giemsa. Observam-se dois leucócitos granulares polimorfonucleares: eosinófilo, uma célula com grande quantidade de grânulos citoplasmáticos acidófilos (vermelhos) e núcleo bilobulado, e o neutrófilo, uma célula com fina granulação citoplasmática e núcleo apresentando 3 lóbulos. Em imersão observam-se células sanguíneas coradas com May-Grünwald/Giemsa. Observam-se um leucócito granular do tipo basófilo, pois apresenta grandes grânulos basófilos (seta) no citoplasma, o que dificulta a visualização de seu núcleo. Ao lado das hemácias observam-se plaquetas (P).









Atividades de Laboratório - Embriologia - Laboratório II

Roteiro de Aula em Laboratório 
Disciplina: Embriologia 
Professora: Adriana Cristina da Silva 
Aula: Aparelho Reprodutor Feminino 

Material necessário: 
microscópio; 
lâminas; 
ovário; 
útero.

 Observações a serem realizadas: 
Aparelho reprodutor feminino. 
Lâmina 1: ovário Duas regiões características: medular e cortical. A região medular apresenta numerosos vasos sanguíneos e tecido conjuntivo frouxo. A região cortical apresenta os folículos primordiais em crescimento e maduros. 
Lâmina 2: útero Parede endometrial com epitélio de revestimento e tecido conjuntivo frouxo

Relatório:
Aparelho Reprodutor Feminino

Descrição dos procedimentos
            Foram tomadas todas as medidas de segurança para permanência em laboratório: Lavar as mãos na entrada e saída do laboratório; Usar jaleco de mangas longas fechado, luvas e sapatos fechados;  Nunca fumar, comer, beber, brincar no laboratório; Começar as práticas somente depois de devidamente equipado; Nunca improvisar; Somente permitir entradas de pessoas no ambiente laboratorial que sejam necessárias a realização da prática; Ter informações prévias sobre os aparatos e equipamentos; Leitura prévia da FISPQ para começar a manusear substâncias.
            Para a análise das microestruturas anatômicas dos tecidos sob microscopia óptica é necessária a confecção de lâminas histológicas. Nessa observação forma utilizadas lâminas preparadas anteriormente de histologia utilizando a técnica HE (Hematoxilina-Eosina). Através dessa técnica, podemos diferenciar porções basófilas e acidófilas do tecido estudado. A hematoxilina é basófila, ou seja, tem afinidade por substâncias básicas. Sendo assim, ela costuma corar o núcleo e o Retículo Endoplasmático Rugoso, locais onde há grande quantidade de proteínas (básicas pelo seu grupamento amina). A eosina é acidófila, tendo afinidade pelo citoplasma, fibras colágenas e outras substâncias ácidas das células.

Material utilizado:
•          Preparações definitivas de ovário e útero usando o método HE;
•          Microscópio Óptico.

Metodologia:
•          Colocou-se a preparação definitiva de ovário na platina do microscópio posicionando a lâmina, que já está curada pela técnica de hematoxilina-eosina;
•          Observou-se em primeiro lugar com a objetiva de 4x e em seguida observou-se com as objetivas de  10x e de 40x, aproximando essa imagem através do botão macrométrico e focalizando com o botão micrométrico ;
•          Identificou-se os diferentes tipos de folículos e o corpo amarelo; útero,

Conclusão:
     Em conclusão, esta atividade correu como esperado, ou seja, conseguiu-se identificar as diferentes estruturas.


Aparelho Reprodutor Feminino

Conhecimentos adquiridos

Material: Ovário
Método: HE

Observação com aumento total de 40x: Com este aumento é possível observar-se os diversos tipos de folículos ovarianos na região cortical e a região medular com tecido conjuntivo e vários vasos sanguíneos. Nos vasos sanguíneos são observadas as hemácias. Na região cortical, o epitélio cúbico simples e o que reveste e a falsa albugínea é o tecido conjuntivo frouxo logo abaixo do mesmo.

No ovário identificamos duas porções distintas: a medula do ovário, que é constituída por tecido conjuntivo frouxo, rico em vasos sangüíneos, célula hilares (intersticiais), e a córtex do ovário, rica em folículos ovarianos, corpo lúteo e células intersticiais. Na região cortical predominam os folículos ovarianos, os quais são formados por ovócitos envolvidos por células epiteliais (células foliculares ou da granulosa). A superfície do ovário é revestida por um epitélio (de origem celomática) que varia do tipo pavimentoso ao cilíndrico simples (denominado impropriamente de epitélio germinativo). Logo abaixo deste epitélio há uma camada de tecido conjuntivo denso, a túnica albugínea. O estroma do ovário, entre as estruturas medulares e corticais, possui algumas células fusiformes, denominadas de células intersticiais ou de Leydig. Estas últimas respondem aos estímulos das gonadotrofinas e produzem hormônios sexuais, principalmente androgênios. A hiperplasia destas células pode ser vista em afecções ovarianas relacionadas ao hiperandrogenismo (hirsutismo), como na síndrome dos ovários policísticos. Na região cortical, dependendo da fase e da idade, podem-se identificar: foliculos ovarianos, corpo lúteo e corpos albicantes.
Com o início da puberdade, pode-se identificar o aparecimento de outros tipos de folículos ovarianos: primários, secundários e maduros.
O corpo lúteo é uma estrutura temporária formada pelas células granulosas ou foliculares (grânulo-luteínicas) e da teca interna (teco-luteínicas) que secretam progestagênios e estrogênios. Estes hormônios estimulam o crescimento e a atividade secretória do endométrio (camada interna do útero), essencial à preparação deste tecido para a implantação do embrião em desenvolvimento.
Quando ocorre a degeneração do corpo lúteo (luteólise), forma-se no local um tecido hialino amorfo, denominado de corpo albicante.

Material: Útero
Método: HE

Observação com aumento total de 40x: Neste campo microscópico e neste aumento podemos observar a luz do útero e suas três camadas: mucosa ou endométrio com glândulas endometriais, miométrio que é a camada muscular e o perimétrio que é a serosa a camada mais externa. Da luz para fora: endométrio, muscular e serosa.
Os preparados mostram um corte longitudinal da parede do útero onde é possível identificar o endométrio e parte do miométrio com várias direções de fibras musculares lisas. 






Atividades de Laboratório - Embriologia - Laboratório I

Roteiro de Aula em Laboratório 
Disciplina: Embriologia 
Professora: Adriana Cristina da Silva 
Aula: Aparelho Reprodutor Masculino 

Material necessário: 
microscópio; 
lâminas; 
testículo; 
epidídimo;

Observações a serem realizadas: E
mbriologia: 
O estudo da embriologia parte do princípio da formação inicial dos gametas, por isso falaremos inicialmente da formação dos gametas pelo processo de gametogênese. Aparelho reprodutor masculino e espermatogênese: Início no testículo que formará a estrutura de espermatozoide a partir da espermatogônia, necessitando de amadurecimento e de divisão celular finalizada no epidídimo, que nutrirá essa estrutura até o momento da ejaculação. 
Lâmina 1: testículo É possível distinguir as células Sertoli que são piramidais e suas bases aderem à lâmina basal dos túbulos seminíferos. Também é possível observar dentro do túbulo as espermatogônias, espermatócitos primários, espermátides e espermatozoides. Fora dos túbulos, no tecido intersticial, é possível reconhecer as células de Leydig. 
Lâmina 2: epidídimo Ducto altamente enrolado. Os espermatozoides são facilmente transportados dos túbulos seminíferos para os epidídimos. Formado por um epitélio colunar pseudoestratificado (células da parede do epidídimo), cuja superfície é coberta por estereocílios).

Relatório:

Laboratório 1

Aparelho Reprodutor Masculino

Descrição dos procedimentos
            Foram tomadas todas as medidas de segurança para permanência em laboratório: Lavar as mãos na entrada e saída do laboratório; Usar jaleco de mangas longas fechado, luvas e sapatos fechados;  Nunca fumar, comer, beber, brincar no laboratório; Começar as práticas somente depois de devidamente equipado; Nunca improvisar; Somente permitir entradas de pessoas no ambiente laboratorial que sejam necessárias a realização da prática; Ter informações prévias sobre os aparatos e equipamentos; Leitura prévia da FISPQ para começar a manusear substâncias.
            Para a análise das microestruturas anatômicas dos tecidos sob microscopia óptica é necessária a confecção de lâminas histológicas. Nessa observação forma utilizadas lâminas preparadas anteriormente de histologia utilizando a técnica HE (Hematoxilina-Eosina). Através dessa técnica, podemos diferenciar porções basófilas e acidófilas do tecido estudado. A hematoxilina é basófila, ou seja, tem afinidade por substâncias básicas. Sendo assim, ela costuma corar o núcleo e o Retículo Endoplasmático Rugoso, locais onde há grande quantidade de proteínas (básicas pelo seu grupamento amina). A eosina é acidófila, tendo afinidade pelo citoplasma, fibras colágenas e outras substâncias ácidas das células.

Material utilizado:
·         Preparações definitivas de testículo usando o método HE;
·         Microscópio Óptico.

Metodologia:
·         Colocou-se a preparação definitiva de testículo na platina do microscópio posicionando a lâmina, que já está curada pela técnica de hematoxilina-eosina;
·         Observou-se em primeiro lugar com a objetiva de 4x e em seguida observou-se com as objetivas de  10x e de 40x, aproximando essa imagem através do botão macrométrico e focalizando com o botão micrométrico ;
·         Identificou-se os vários estádios de formação das células germinativas até à fase espermatozoide, assim como as células de Leydig e as células de Sertoli.

Conclusão:
     Em conclusão, esta atividade correu como esperado, ou seja, conseguiu-se identificar as diferentes estruturas.

Aparelho Reprodutor Masculino

Conhecimentos adquiridos
           
Material: Testículo Maduro
Método: HE
            Observação com aumento total de 40x: Neste aumento são observados os túbulos seminíferos (local de produção dos espermatozoides) em corte transversal, podendo aparecer circulares ou alongados. Entre os túbulos seminíferos aparece o tecido conjuntivo frouxo.
            A espermatogénese, é o processo de formação de espermatozoides maduros. Este processo inicia-se na puberdade e prolonga-se por toda a vida do homem. A espermatogénese divide-se em quatro fases: multiplicação, crescimento, maturação e diferenciação (ou espermiogénese). Este processo dá-se da periferia do túbulo seminífero para o lúmen do túbulo seminífero (centro).
            O testículo  é revestido por um tecido do tipo epitelial que chama o tecido epitelial de revestimento porém germinativo onde as células primeiras os gametas iniciais do sexo masculino são produzidos. Esse tipo de tecido fica na região superior a essa estrutura, a primeira linha avermelhada que nós observada revestindo essa estrutura é a estrutura do tecido epitelial germinativo, ou seja no tecido de revestimento desse aparelho. O tecido epitelial de revestimento também é denominado  em embriologia como túnica albugínea.
            Função é  organizar  e revestir essa estrutura é uma túnica que vai promover essa organização. Internamente tem-se a presença de glândulas e células mergulhadas e tem-se epitélio automaticamente abaixo existem essas células importantes mergulhados no tecido do tipo conjuntivo frouxo então observa-se a presença de estruturas celulares altamente complexas com a presença de bastante DNA que já irão ser organizadas para formar aqui os espermatozoides mas internamente nós percebemos a presença de uns canais esbranquiçados e finos que são chamados de tubulos seminíferos.
            A túnica albugínea corada também por hematoxilina-eosina apresenta  a coloração mais rósea, então a gente tem a eosina trabalhando diretamente,  por ser tecido e tendo menos quantidade de DNA cora em avermelhado.
           
Material: Epidídimo
Método: HE
           
Observação com aumento total de 100x. Neste campo microscópico é possível observar-se as secções do ducto epididimário.É possível notar-se o epitélio pseudoestratificado com estereocílios, e na luz os espermatozóides misturados às secreções.
No interior dos túbulos seminíferos encontram-se as células de Sertoli. Estas células dão suporte aos esmatozoides nos seus vários estados de formação a nível nutritivo. Entre os túbulos seminíferos situam-se as células de Leydig, responsáveis pela produção de testosterona.
Podemos identificar diferentes tipos de células. As células rodeadas a vermelho correspondem aos espermatócitos I pois são as maiores células que se encontram no interior do túbulo. As espermatogónias como são as células germinativas encontram-se junto à periferia do túbulo, exteriormente aos espermatócitos I, infelizmente não se conseguem identificar claramente a partir desta imagem. Seguem-se os espermatócitos II que se encontram logo na camada a seguir aos espermatócitos I. Os espermatídios encontram-se na camada a seguir aos espermatócitos II. E, finalmente, os espermatozoides, são os que se encontram rodeados a preto. Estes são fáceis de distinguir devido às suas caudas. Note-se que apenas é possível fazer estas associações sobre a localização destas células porque a espermatogénese dá-se da periferia para o lúmen. No interior destes túbulos também podemos encontrar espaços em branco. Estes espaços são na verdade as células de Sertoli.
     Pode-se ver em vermelho as células de Leydig (rodeadas a preto), que se encontram entre os túbulos seminíferos. Na última imagem, pode-se encontrar também um círculo vermelho e uma zona mais cor de rosa entre os túbulos. O circulo vermelho corresponde a um vaso sanguíneo (rodeado a preto) e a restante zona às células de Leydig (rodeado a vermelho).












Atividades de Laboratório - Botânica - Criptogamas - Laboratório 3

Prática 3: Observação de Pteridófitas Objetivos: Caracterizar e reconhecer estruturas de plantas vasculares em sementes, as Pteridófitas. Material 1. Observação de samambaia Avenca (Adiantum sp.) 1. Observe a morfologia das folhas jovens e localize a presença de báculo (folhas enroladas características de Pteridófitas). 2. Localize o caule do tipo rizoma. 3. Observe em lupa um folíolo (parte de uma folha composta) e repare o padrão de organização das nervuras. Com base na organização das nervuras, observe que se trata de uma folha do tipo megáfila. 4. Observe em lupa a disposição dos esporângios. 5. Observe que os esporângios são protegidos por tecido estéril, o indúsio. 6. Esquematize todas as estruturas observadas, a partir de observações na lupa e a olho nu, colocando legendas. 7. Compare com esquemas e figuras apresentados nos livros. Material 2. Diferentes tipos de frondes (folhas) de espécies variadas de samambaias 1. Observe e explore detalhes das folhas. 2. Observe a grande variedade de formas de folhas (simples e compostas). Quando são compostas podem ser pinadas, bipinadas ou tripinadas. 3. Localize os soros (agrupamento de esporângios que ocorrem nas margens ou na face inferior das folhas).

Atividades de Laboratório - Botância - Criptogamas - Laboratório 2

Prática 2: Observação de Briófitas Objetivos: 1. Caracterização morfológica de briófitas; 2. Reconhecimento de gametófitos e esporófitos e de suas estruturas especializadas. Material 1. Observação de musgo 1. Colete um musgo na natureza. São comuns em áreas sombreadas e úmidas. 2. Tente localizar uma espécie que apresente caulídeo e filídeo (musgos folhosos). 3. Observe macroscopicamente. 4. Identifique e diferencie os gametófitos dos esporófitos em desenvolvimento. 5. No esporófito tente localizar a cápsula, a caliptra e o opérculo. 6. No gametófito tente localizar os caulídeos, os filídeos e os rizoides. 7. Esquematize a partir de observações na lupa. 8. Compare com esquemas e figuras apresentados nos livros.

Atividades de Laboratório - Botânica- Criptógamas - Laboratório 1

Prática 1: Observação de Fungos Objetivos: Identificar diferentes tipos de fungos. Observar macroscopicamente e microscopicamente a estrutura dos fungos. Material 1. Observação de bolores (Rhizopus sp, Zygomycota) 1. Espera-se encontrar representantes de Zygomycota nos fungos que formam os bolores do morango ou do pão. Para isso é necessário o armazenamento do alimento em local úmido e com temperatura entre 20 e 30 oC, por um período de 7 a 15 dias. 2. Para a confecção de lâminas dos fungos do pão ou morango, pingue uma gota de água na lâmina e, com o auxílio de estiletes ou pinça, retire uma pequena porção do micélio dos alimentos, com cuidado para não pegar partes do alimento que irão dificultar a visualização das hifas, e coloque o material na gota de água cobrindo com lamínula. Observe-o em diferentes aumentos. 3. Identifique os filamentos formando as hifas. 4. Tente localizar os esporângios no ápice das hifas. 5. Compare com esquemas e figuras apresentados nos livros. Material 2. Observação de corpo de frutificação de Basidiomycetos (cogumelos) 1. Para essa prática podem ser usados os cogumelos comestíveis macroscópicos como o champignon ou shiitake, que são obtidos nos mercados. Para essa aula, você poderá usar qualquer outro cogumelo que se desenvolve naturalmente nas matas ou nos gramados em substituição aos cogumelos comestíveis. Os exemplares vivos e frescos são mais adequados para observação, sendo os mais desenvolvidos os melhores. Podem ser fixados em álcool 70%. 2. Observe e estude a morfologia de um corpo de frutificação (cogumelo) com o auxílio de lupa. 3. Faça cortes transversais às lamelas, para observação ao microscópio. 4. Observe o tecido do himênio e tente localizar os basídios e os basidiósporos. 5. Compare com esquemas e figuras apresentados nos livros.

ATIVIDADES EM LABORATÓRIO – CITOLOGIA

Na disciplina de Citologia, estão previstas atividades em laboratório, com o objetivo de aproximar teoria e prática da disciplina em questão. 

Para tanto, foram disponibilizados materiais referente às atividades a serem desenvolvidas:

Vídeos que abordam o tema: Citologia;

Roteiros para a elaboração do relatório das atividades práticas.

Onde consultar a proposta? Acesse o seu AVA / Integração e Comunicação /Citologia / Conteúdo /Atividades em Laboratório.

Como realizar a parte prática? Você aluno deverá agendar em seu polo de apoio presencial,  dia e horário para desenvolver as atividades.

Após assistir as atividades e realizá-las em laboratório, responda o "Relatório Geral" que segue referente a cada um dos roteiros realizados.

Procurem utilizar suas próprias palavras, não copiem textos da internet, livros ou artigos.

Atenção para algumas configurações importantes:

Seu relatório será corrigido após o prazo para envio da atividade,
Após o prazo limite, não será possível o acesso a essa atividade,
Você poderá pontuar de 0 a 10 pontos porém a forma com que essa nota irá impactar na média da disciplina deverá ser verificada em sua Secretaria Virtual,
Você poderá realizar até 3 tentativas para essa avaliação (dentro de seu prazo de vigência) porém somente a última tentativa e envio é que serão corrigidos.
​Prazo para realização da atividade - Até 12/11/2016 (Até as 23h50 – horário de Brasília).

Em casos de dúvidas, entre em contato com a central de atendimento, através do link: http://atendimento.unip.br/alunos/autenticacao